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Informar, esclarecer e prevenir para combater o cancro de pele

Atualizado a 27 julho 2020

campanha da Associação Portuguesa do Cancro Cutâneo

Se tem mais de 50 anos, pele clara e está mais exposto à radiação ultravioleta (UV), se tem muitos sinais ou sinais atípicos e histórias de melanoma na família, tenha muito cuidado, agora que o calor aperta e a praia convida. Saiba que está entre as pessoas com maior risco de ter cancro da pele.

A informação sobre a melhor forma de se proteger e de fazer o auto-exame da pele constituem condições essenciais para a prevenção e para o diagnóstico precoce que permite salvar muitas vidas.

Estas são as principais mensagens lançadas mais uma vez, este verão, pela Associação Portuguesa do Cancro Cutâneo (APCC) que, pelo 17.º ano consecutivo, conta com a colaboração de mais de 100 autarquias de todo o país na campanha de prevenção do cancro da pele.

As recomendações repetem-se:

  • evite a exposição solar nas horas mais perigosas (11h00-16h00), mesmo nos dias enevoados
  • use protetor solar com índice (SPF)>=30, durante todo o ano, evite os solários
  • e atenção aos medicamentos (como antibióticos e anti-inflamatórios) e cosméticos que provocam fotossensibilidade.

Os dados disponíveis indicam, segundo Osvaldo Correia, presidente da APCC, que são diagnosticados mais de 13 mil novos casos de cancros da pele em Portugal e que mais de mil são do tipo mais perigoso, os melanomas.

Mário, de 47 anos, foi surpreendido, este mês, com um diagnóstico de melanoma. O médico já o avisara para estar atento a alterações de um sinal existente na perna esquerda. Durante muito tempo, esse sinal manteve-se igual. Mas há uns meses que Mário notava o seu anormal crescimento e mudança de cor. Quando finalmente decidiu ir ao dermatologista, foi confrontado com a suspeita. Após vários exames, o diagnóstico chegou. Segue-se, agora, a remoção cirúrgica do sinal, decidindo-se depois qual o tratamento adequado para o seu caso.

O melanoma é um tipo de cancro existente nas células que produzem o pigmento da pele (melanócitos)localizados na camada mais superficial da pele, a epiderme.

Um sinal cujas caraterísticas sofrem alterações é, muitas vezes, o primeiro sintoma. Frequentemente apresenta uma forma assimétrica e uma coloração heterogénea.

A deteção desse sinal na fase do crescimento superficial na pele é muito importante, já que diminui a possibilidade da sua disseminação para outras partes do corpo.

Este não é, contudo, o tipo mais frequente de cancro da pele. Há vários outros, para os quais a prevenção e o diagnóstico precoce são também a “chave” para a sua redução, como nota Osvaldo Correia. Quando é detetado numa fase inicial, o cancro da pele é um dos que tem maior taxa de cura.

Nesse sentido, seria desejável que todas as pessoas conhecessem os sinais de alarme para as lesões perigosas:

  • assimetria de forma ou de cor
  • bordo irregular
  • cor variada (preto, castanho, vermelho)
  • sinal a aumentar ou com mais de seis milímetros e evolução.

Nestes casos, os dermatologistas recomendam: não adie, vá ao médico.

Tenho Cancro. E depois? é um projeto editorial da SIC Notícias com o apoio da Médis.

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