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Entrevista: rastreio do Cancro Oral

Atualizado a 20 março 2020

Em 2014, a Direção-Geral da Saúde (DGS) alertou, pela primeira vez, para a necessidade de um rastreio de cancro oral de 2 em 2 anos a pessoas consideradas entre a população de risco: homens fumadores, com idade superior a 40 anos, e com hábitos alcoólicos. Desde então, o Projeto de Intervenção do Cancro Oral (PIPCO) já abrangeu cerca de 10 mil pessoas e detetou, nos primeiros cinco anos, 440 lesões malignas.

No Dia Mundial da Saúde Oral, o Prof. Dr. António Mano Azul, médico estomatologista, membro do conselho médico da Clínica Médis e consultor da Ordem dos Médicos Dentistas e da DGS para o PIPCO, ajuda-nos a perceber os fatores de risco, a importância do diagnóstico precoce e quais as necessidades do sistema para dar melhor resposta a uma doença que afeta quase 3000 pessoas por ano em Portugal.

A prevenção é o melhor remédio

Saiba como pode prevenir o cancro.

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