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Cancro da mama: o poder da prevenção e da informação

Atualizado a 28 outubro 2018

Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama
(30 outubro)

Se excluirmos o cancro da pele, é o cancro mais comum entre as mulheres e a segunda principal causa de morte por cancro entre a população feminina. As estatísticas falam por si. De acordo com a Laço e o Instituto de Medicina Molecular, em Portugal:

- 1 em 11 mulheres terá cancro da mama ao longo da vida.
- Anualmente, surgem mais de 6 mil novos casos e a tendência é para aumentar.
- Todos os anos morrem cerca de 1600 mulheres devido a esta doença.
- É a principal causa de morte precoce (antes dos 70 anos) das portuguesas.

Efeitos secundários do tratamento

Dependendo da metodologia do tratamento, e da pessoa, é muito provável que ocorram efeitos secundários.

Atentemos nos efeitos colaterais das várias estratégias de tratamentos: 

Estadiamento da doença

Além da dimensão do tumor e de testes para a presença dos recetores hormonais ou recetores HER2, da situação relativa à menopausa e do estado geral de saúde, avalia-se o estadio da doença. Esta determinação é indicativa do tipo de tratamento a adotar, embora este seja sempre personalizado.

Assim sendo:

Reconstrução da mama

Após uma mastectomia, muitas mulheres optam por fazer a fazer a reconstrução da mama, que pode ocorrer durante a cirurgia ou mais tarde.

A reconstrução pode ser feita com implantes salinos ou de silicone, ou com tecido (pele, músculos e gordura) retirado de outras partes do corpo (barriga, costas ou nádegas).

A recuperação pode envolver fisioterapia e deve ser progressiva, estando aconselhado também descanso, que pode, inclusive, prevenir edemas linfáticos.

Cancro da mama: fatores de risco

Apesar de não se conhecer uma causa específica para o cancro da mama, a sua incidência aumentou nas últimas três décadas do século XX, sobretudo nos países desenvolvidos.

Raramente surge antes dos 30 anos e, principalmente após os 65 anos, a curva da mortalidade cresce exponencialmente.

A investigação científica tem reunido argumentos para elencar fatores de risco com significativa ordem de importância. São eles:

Fatores que não aumentam a probabilidade de aparecimento de cancro da mama:

- quistos mamários
- múltiplas gravidezes
- consumo de café
- uso de antitranspirantes
- uso de soutien com armação de metal
- uso de tintas de cabelo
- interrupção de gravidez
- implantes mamários.

Os cientistas estão ainda a investigar se hábitos como fumar, dieta rica em gorduras saturadas e a falta de exercício podem aumentar o risco de cancro da mama.

Alguns estudos sugerem que as mulheres que tomam contracetivos orais podem ter um aumento do risco de vir a desenvolver a doença. No entanto, esse risco desaparece 10 anos após a cessação da toma.

As mulheres que amamentam têm um risco reduzido de vir a ter cancro da mama.

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